A saída da prisão é, estruturalmente, um momento de vulnerabilidade. O condenado que termina a pena reintegra a sociedade sem emprego garantido, frequentemente sem habitação estável, com o estigma da condenação e — se esteve preso por vários anos —com redes sociais profundamente alteradas. A DGRSP prevê acompanhamento pós-reclusivo, mas os técnicos de reinserção social têm carteiras de casos que tornam o acompanhamento individualizado efectivo muito difícil de assegurar.